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Depoimentos - 5º Seminário Nacional de Tomate de Mesa
Confira abaixo os depoimentos de alguns participantes da quinta edição do Seminário Nacional de Tomate de Mesa, promovido pela ABCSEM, em abril, na cidade de Piracicaba (SP). 


“Esta é a primeira vez que participo do evento e estou gostando muito. Acredito que o seminário irá ajudar bastante a somar conhecimento e, no meu caso, especificamente, a comparar o que é praticado aqui no Sudeste, com o mercado de tomate de mesa no qual atuo, que abrange os estados da Bahia e de Pernambuco. Acredito que apesar das diferenças relacionadas à realidade dos dois mercados, já foi possível ver por meio das palestras apresentadas, a consolidação de uma nova tendência generalizada dentro do mercado de tomate: a migração para o cultivo em estufas, com diminuição e tecnificação da mão de obra, visando mais eficiência e, consequentemente, competitividade. Como eu realizo vendas diretamente para os distribuidores, redistribuindo os produtos, além de apresentar campos demonstrativos, testes e comparações entre novos produtos, todas estas informações agregarão bastante em minha rotina de trabalho.”

Gleydson Farias Amorim, responsável por Geração de Demandas e Vendas Comerciais na empresa Plante Bem, em Petrolina (PE)

 




“Soubemos do evento por meio de uma empresa parceira e está sendo muito produtiva a nossa participação aqui. As palestras são excelentes e com temas muito interessantes. É sempre bom renovar o conhecimento e aprender coisas novas sobre o mercado de tomate para aplicarmos dentro da empresa, ainda mais porque 70% de nossas atividades são voltadas para o atendimento de produtores desta cultura, já que estamos situados no município de Reserva, que é considerada a Capital Paranaense do Tomate. A palestra que mais me chamou atenção foi a que abordou as tendências de mercado, tratando mais da parte administrativa e estratégica do nosso negócio.”

Fábio de Souza Heil, gerente administrativo e sócio-proprietário da empresa Sul Rural, em Reserva (PR)

 



“Este é o segundo ano que participo do seminário e achei excelente. Na edição anterior sugeri a inclusão de palestras técnicas e foi muito bom ver que a organização do evento contemplou isso este ano. Como trabalhamos diretamente com produção de mudas, precisamos ofertar muita qualidade para o produtor rural e saber como divulgar a importância do nosso trabalho para eles. Portanto, todas as questões técnicas e de mercado que estão sendo repassadas nas palestras são muito relevantes para a gestão do nosso negócio. Saber o que já está sendo praticado pelos profissionais deste mercado  no exterior também foi algo que merece ser destacado como ponto positivo do evento.”

Josiane de Lima, engenheira agrônoma e produtora de mudas da empresa Estufas de Mudas Rancho Alegre (EMRA), em Buri (SP)






“Nunca tinha participado do seminário e acabei vindo por recomendação da empresa na qual trabalho, que tem como forte a atuação com tomate. Como atendo diretamente produtores rurais desta cultura, auxiliando-os por meio de pareceres técnicos, todos os temas estão sendo muito importantes para acrescentar conhecimento. Gostei de todas as palestras, mas a que mais me chamou atenção foi a que tratou do que será tendência no mercado de hortaliças ao longo dos próximos anos, no qual já foi apresentada a questão latente dos alimentos minimamente processados, que irá se expandir ainda mais em termos de comercialização, devido à redução do tempo disponível da população, principalmente no caso das mulheres, para a realização de atividades domesticas do dia a dia.”

Marco Tulio Souza Coelho, engenheiro agrônomo e desenvolvedor de Parecer Técnico no Grupo Agro, em Pará de Minas (MG)






“Já participei de quatro edições do seminário e acho sempre muito importante reunir todo o segmento que trabalha com tomate de mesa no Brasil para discutir tendências, entraves e melhorias nas áreas de produção e comercialização desta cultivar. Principalmente para orientar sobre onde os produtores deveriam investir mais, em que pontos eles podem estar perdendo dinheiro e o que fazer para agregar mais valor na produção. Como o meu carro-chefe é o tomate e toda a minha produção é comercializada dentro do Ceasa de Campinas, acho fundamental conhecer o mercado no qual estou inserido e participar de eventos assim. Gostei muito da divulgação dos dados da ABCSEM, que são sempre fundamentais para compreendermos onde estão localizados os principais pontos de produção, estimativas de custos e de como está o mercado de sementes atualmente no País.”

José Duarte, proprietário e produtor na Fazenda Central, em São José da Varginha (MG) 


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